Sessão Catapulta 2013 – programa, texto, fotos

Noite mágica… Uáu.

TEXTO DA SESSÃO:

Sessão Catapulta 2013 – lançando e balançando as estruturas

Catapultando sonhos com pão dormido e doces que não fazem dormir, o Cineclube Mate Com Angu é plataforma etérea de voos de filmes e pensamentos, atordoados ou não.

Paixão, porra, o papo aqui é paixão. Asa delta no delta do Guandu, farofa com pipoca, cachaça e angu…

Feche os olhos; tome coragem e parta feito foguete levando um satélite bolinha rumo ao espaço infinito. Descontrolado, descaralhado mas felizão – o rumo sendo o prumo intuitivo do miocárdio, sentimento de estrelas quasares… Seja seu Sputnik ou seu pássaro de fogo. Em Dallas, o dólar é caro, mas o curta é barato – aliás, mó barato…

Então, insista em seu curta, invista em curto prazo, exiba, exiba e exiba… Cinema para quem?

Além do mar existe uma ilha de edição em formato de coração que é um puta órgão. Diatopicamente agregando mais gente…

Perder-se na kawasaki ninja dos ratão ninja do lixão e voar no míssil “dos irmão” da 25… É Caxias e Mate e Catapulta , quebrando multa e deglutindo cultura porta a fora num universo de verso e prosa sem muito tempo pra perder com quem só quer ganhar!

Feche os olhos; tome coragem e parta feito pipa avoada, alvejada pelos moleques e a velha guarda das periferias no lazer de domingo. Igual sucesso pra cerveja gelada, ou pro queimado da garotada, seja o astro da sua casa, do seu bairro, do nosso mundo, de um frame de menos de um segundo, mas… CATAPULTE-SE. Sem medo.

O resto é o que vier e arrente encara.

Abraços,

Cineclube Mate Com Angu

11 anos na atmosfera, lançando e balançando

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FILMES DA SESSÃO:

O Dia que a Terra Não Acabou, de Getúlio Ribeiro
O ano é 2012, o calendário Maia está chegando ao fim e junto com ele o mundo.

Elenco: Rodrigo Pinho, Marcelo Peregrino, Luciano DeSilva e Eva de Paiva.

Roteiro e Dir. de Fotografia: Getúlio Ribeiro – Produção: Mel Fremiot e Marcelo Peregrino
Som: Matheus Topine, Rodrigo Batata e Marcelo Peregrino Montagem: Getúlio Ribeiro – 14min
Alto da Serra, de André Videira de Figueiredo, Pedro de Andréa Gradella, Rogério de Oliveira Silva.
A comunidade quilombola de Alto da Serra é formada pelos descendentes dos trabalhadores negros que, na primeira metade do século XX, produziam carvão vegetal no Vale do Paraíba fluminense, vivendo em condições análogas à escravidão. Entre a vida dura da carvoagem e o exercício da liberdade na lavoura, ocuparam seu território, até sofrerem, na década de 1990, uma tentativa de expropriação. O filme conta a história da ocupação do território, da resistência da comunidade e da formação dos laços familiares, a partir de oficinas de audiovisual realizadas com os quilombolas.

Roteiro: Comunidade Quilombola do Alto da Serra
Coletivo Audiovisual Sankofa – 31 minutos
Vermelha é a Luz do Freio, de Cristiana Miranda

Pequenos gestos de uma longa despedida.
Com: Lucía Santalices e Magrela

Concepção, realização e edição: Cristiana Miranda Fotografia: Igor Cabral
Música original: Liza Machado, Lucía Santalices, Daniel Fernandes – 7min

Tear, de Taiane Linhares

O documentário “Tear” insere o pacato distrito de Santo Aleixo, cidade de Magé, Baixada Fluminense, RJ, no agitado contexto da ditadura civil militar. Uma trama com greves, prisões e torturas, relacionadas ao golpe de 64 e ao movimento trabalhista atuante na época, reconstruída através de um mergulho íntimo e sentimental nas memórias de operários da indústria têxtil e moradores do local.
Produção: Taiane Linhares Assistência de Direção: João Xavi Direção de Fotografia: Ricardo Schmidt Som Direto: Caio César Teixeira Loures Montagem: Fabiano Soares e Taiane Linhares Edição de Som: Caio César Teixeira Loures – 14min

Prum Santo, de Godark
Com: Eldemar Souza, Godô Quincas, Rainha, Vicente Portella

Assistente de direção: Marcelo Amenduim – direção de fotografia: Rodrigo Dutra – produção: Nelsinho Pacheco – edição: Alan – figurino e maquiagem: Carla Pimenta – 3min

De Kwanza a K11 – Um recorte afetivo, de Marcelo Peregrino e Rodrigo “Batata” Lopes
Havia um quilombo no meio do caminho, mas quem vive lá hoje em dia, pelo menos a maioria, nunca ouviu falar nisso. “De Kwanza à K-11 – Um Recorte Afetivo”, fala da relação afetiva que os moradores tem por esse bairro tão próximo ao centro, mas com ares de interior.
Câmera: Getúlio Ribeiro, Rodrigo “Batata” Lopes, Marcelo Peregrino
Som Direto: Marcelo Peregrino – Sonorização: Rodrigo Fernandes – Edição: Paulo China
Roteiro: Rodrigo “Batata” Lopes – Argumento: Ney Alberto Gonçalves de Barros -Produção Executiva: Antônio Montenegro – 16 min

ciranda lembra miranda e miranda gostava do brakhage, de Pablo Pablo

1) – eye candy, – she said. 2) quais os sentidos da velocidade? 3) #programação gráfica

2 min

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 ATRAÇÕES ALÉM-FILMES:

exposição fotográfica do projeto Caldo de Kino + Banda Tree + Criollo Cia de Dança + DJ Rodrigo Cavalcanti & Ednardo Fonseca + Capa Comics

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ALGUMAS FOTOS DA SESSÃO:

From SESSÃO CATAPULTA – 30/10/2013, posted by Cineclube Matecomangu on 10/31/2013 (17 items)

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Sobre matecomangu

Cineclubismo na veia, desde 2002 agitando o imaginário de Duque de Caxias, Baixada Fluminense, mundo. Produção Cultural autônoma, guerrilha estética urbana, TAZ.
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